quinta-feira, 19 de junho de 2008

Venda de importados subiu 230% até maio

Associadas à Abeiva acumulam no atacado a comercialização de 10.085 veículos.
Participação dos importados no mercado total de automóveis subiu.

As vendas no atacado das marcas BMW, Effa Motors, Ferrari, Kia Motors, Maserati, Pagani, Porsche e Ssangyong subiram 230% de janeiro a maio deste ano, segundo balanço da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), divulgado nesta quinta-feira (12). No período, foram comercializadas 10.085 unidades dos modelos importados. No mesmo intervalo do ano passado, foram 3.048 veículos.

Na comparação mensal, maio apresentou leve queda em relação a abril, de 0,84%. Foram 2.360 unidades contra 2.380 do mês anterior. Entretanto, sobre maio de 2007 — quando foram comercializados 666 veículos —, o crescimento das vendas chega a 257%.

Segundo a análise da Abeiva, os números dos primeiros cinco meses do ano permitiram às associadas a aumentar a participação tanto no mercado total de automóveis como no segmento de importados, respectivamente passando de 0,35% (2007) para 0,87% e de 4,2% para 7,4%.

No varejo e no emplacamento as vendas também foram positivas. De janeiro a maio foram 9.166 unidades comercializadas no varejo contra 2.782, de 2007, um aumento de 229%; enquanto em emplacamentos, 9.635 unidades foram registradas nos primeiros cinco meses do ano, contra 2.869 em igual período do ano passado, um crescimento de 235%.

Kia e BMW venderam mais em maio

As importações da Kia e da BMW puxaram os números de maio. De acordo com a Abeiva, no atacado, foram vendidas 1.890 unidades de modelos Kia e 252 veículos da BMW. Os modelos dessas marcas com maior destaque em procura no mês foram o Kia Bongo (396 unidades) e o BMW Série 3 (107 unidades).

Já a SSangyoung teve 163 veículos vendidos no mês, seguida da Porsche (41), Effa Motors (7), Ferrari (4) e Maserati (3).



fonte- Portal G1.

Venda de carros cai em maio, mas é recorde no ano

Nos 5 meses do ano, as vendas somaram 1,151 milhão de unidades, com crescimento de 30,3%

Beth Moreira, da Agência Estado

SÃO PAULO - As vendas totais de veículos no mercado brasileiro totalizaram 242 mil unidades em maio, o que representa uma queda de 7,4% em relação a abril. Na comparação com maio do ano passado, houve um crescimento de 14,6%, segundo dados divulgados na manhã desta quinta-feira, 5, pela Anfavea. No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, as vendas somaram 1,151 milhão de unidades, com crescimento de 30,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Trata-se de um recorde para o período.

Segundo a entidade, as exportações somaram US$ 1,111 bilhão em maio, o que representa uma queda de 11,1% ante abril. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as vendas externas totalizaram US$ 5,619 bilhões, alta de 10,6% ante o mesmo período do ano passado.

A produção de veículos em maio somou 289,9 mil unidades, com redução de 3,5% ante abril e alta de 12,2% em relação a maio do ano passado. No acumulado do ano, a produção totalizou 1,380 milhão de unidades, crescimento de 21% ante o mesmo período do passado e também recorde para o setor.

O presidente da instituição, Jackson Schneider, afirmou que a expansão do crédito continua sendo o principal motor do desempenho recorde do setor em produção e vendas. De acordo com a entidade, em abril de 2008, o volume de crédito disponível ao setor era de R$ 84,2 bilhões, o que representa um crescimento de 23,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Projeções

A queda nas vendas em maio não mudou as perspectivas de crescimento do setor em 2008. Pelo contrário, a Anfavea revisou os números para cima. Segundo Schneider, a nova expectativa é que as vendas internas somem 3,060 milhões de unidades neste ano, o que representa um aumento de 24,2% sobre as vendas registradas em 2007.

A previsão inicial era de alta de 17,5% nas vendas. Para a produção, a nova projeção é de 3,425 milhões veículos, excluindo-se máquinas agrícolas, o que corresponde a um aumento de 15%, ante projeção inicial de crescimento de 8,9%.

Para as exportações, a nova expectativa é de venda de 780 mil unidades, o que representa uma queda de 1% sobre 2007. Anteriormente, a previsão era de queda de 5,1%. Em valores, a estimativa é de que as exportações alcancem US$ 14,5 bilhões, com alta de 7,4%. Inicialmente a expectativa era de estabilidade em relação ao ano anterior.

"A indústria automobilística brasileira entrou em um novo patamar de produção e vendas, o que nos levou a revisar as projeções para o ano de 2008", disse Schneider. De acordo com ele, o setor consolidou-se em um nível de vendas de 220 mil unidades por mês, e não deverá registrar grandes saltos daqui para a frente.

Para o executivo, a indústria deve continuar atraindo novos investimentos, mesmo com o crescimento menor esperado para o futuro. Ele lembrou que as montadoras programam investimentos de US$ 5 bilhões para este ano e que para o período de 2008 a 2010, a cadeia investirá US$ 20 bilhões. Schneider ressaltou que a indústria começa 2009 com uma capacidade de produção de 4 milhões de unidades e que isso é suficiente para atender à demanda.



fonte- Estadão.

Ribeirão Preto 152 anos - Mercado premium

Carros caros Cidade atrai consumidores em busca de automóveis de luxo de toda a região; lojas comemoram as vendas.

Gazeta de Ribeirão

Ribeirão Preto está entre as principais cidades brasileiras que impulsionam o mercado de carros de luxo, mais conhecido como mercado premium. A desvalorização do dólar frente ao real e o momento positivo da economia têm atraído consumidores de toda região para as revendedoras da cidade.

Esses consumidores—a maioria empresários ligados à cadeia produtiva do agronegócio, executivos e profissionais liberais— são responsáveis pelo crescimento de aproximadamente 48% nas vendas efetivadas nos primeiros quatro meses de 2008, de acordo com informações das concessionárias.

O índice de comercialização supera a média nacional, que ficou em 40% no período, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A entidade registrou o aumento de 11.792 unidades em janeiro para 17.956 em abril, totalizando no quadrimestre a venda de 63.423 carros importados, grande parte de luxo.

Com base nas informações do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavan), as empresas do segmento estimam que a comercialização de veículos da categoria deva manter uma média de 15 mil unidades mensais em 2008. Em 2007, foram vendidos 9.130 ao mês.

As revendas comemoram o bom desempenho no atacado (das importadoras às redes autorizadas de concessionárias). Segundo Luiz Eduardo Guião, diretor do grupo Santa Emília (Volkswagen, Hyundai e Toyota), se for mantido o dólar nos níveis atuais, o mercado premium pode conseguir até dobrar as vendas em Ribeirão neste ano.

"A cidade é a 20 praça em emplacamento de automóveis no País. As vendas de importados sempre foram 10% superiores à média nacional. O fluxo de carros de luxo da Volkswagen e da Toyota, com preços acima de R$ 80 mil em nossas lojas, é diário e permanente porque a demanda da região está grande e promissora", afirma Guião.

Na revenda Eurobike, do grupo BCLV, que reúne as marcas Porche, Volvo, Land Rover e BMW, hoje a maior de Ribeirão Preto, está vendendo cerca de 40 automóveis novos por mês, alguns com preços superiores a R$ 300 mil.

Na concessionária BMW, por exemplo, o faturamento médio mensal chega a R$ 5 milhões, de acordo com o supervisor comercial José Carlos Chagas. "Vendemos uma média de 15 carros zero quilômetro por mês e mais de dez semi-novos e usados. É um desempenho excelente.” Chagas avalia que de todo o público consumidor do mercado premium, os profissionais liberais, são os que mais têm demonstrado interesse pelos automóveis de luxo.

fonte- Gazeta de Ribeirão

Venda de carros usados cresce 46,57% em SP em maio

Por AE

Agência Estado As vendas de automóveis usados em São Paulo atingiram 177,94 mil unidades em maio, o que representa um aumento de 46,57% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na comparação com abril, a alta foi de 1,69%. Os dados foram divulgados hoje pela Associação dos Revendedores de Veículos Automotores do Estado de São Paulo (Assovesp).

Dos mais de 177 mil negócios de carros usados realizados no mês passado, 71,3% foram realizados com veículos de motor 1.0, o que representa um crescimento de 1,25% em relação ao registrado em abril.

Segundo a entidade, 73% dos negócios em maio foram fechados com algum tipo de financiamento, contra 74% observados em abril. O prazo para pagamento do financiamento aumentou para 49 meses, ante os 47 meses verificados no mês anterior. O saldo financiado do negócio também subiu para 81%, ante 77% de abril.

Motos

As vendas de motos somaram 9,78 mil unidades em maio, o que representa uma queda de 1,15% em relação a abril deste ano. Dos negócios fechados com motos, em média, 70% foram financiados, o que indica uma queda de nove pontos porcentuais em relação ao mês de abril. O prazo médio do financiamento foi de 38 meses, estável ante o mês anterior. O saldo financiado foi de 82%, em média, do valor da transação, ante 85% de abril.

Caminhões

As vendas de caminhões somaram 5,6 mil unidades em maio nas revendas independentes do Estado de São Paulo, com retração de 2,06% sobre abril e alta de 12,81% sobre o mesmo mês de 2007.

No quinto mês do ano, 69% dos negócios com caminhões foram financiados, ante 56% de abril. O prazo médio de financiamento caiu para 42 meses, já que em abril o prazo médio foi de 46 meses. O saldo médio financiado subiu para 66%, ante 65% de abril.



fonte- Portal Exame.

Aumento na venda de carros pressiona cadeia produtiva

PAULO DE ARAUJO
Colabaração para a Folha de S.Paulo


O crescimento da indústria automotiva além das projeções tem obrigado os fornecedores das montadoras a produzir sob estresse.

Baixa capacidade ociosa, trabalho em três turnos sete dias por semana e certa tensão com os fabricantes de veículos são situações vividas com freqüência na cadeia produtiva, segundo relatos de fornecedores de peças.

"Estamos no limite da capacidade, ninguém esperava um boom como esse. É claro que o crescimento é sempre um bom problema, mas já está ficando estressante", afirma Sergio Pin, vice-presidente comercial da Schaeffler Group, que fornece rolamentos, componentes de motores e embreagem para a indústria automotiva.

Na semana passada, a Anfavea (associação das montadoras) revisou suas projeções para 2008. Agora, a indústria espera produzir 3,42 milhões de autoveículos (automóveis, caminhões e ônibus), com crescimento de 15% em relação aos 2,9 milhões de unidades produzidas em 2007. A projeção anterior dava conta de incremento de 8,9% sobre 2007.

A falha nas previsões e a demanda muito aquecida acabaram por pegar os fornecedores no contrapé. "O país é ruim para fazer previsões. Agora, temos de trabalhar como loucos para realizar as entregas. E ainda temos de explicar para a matriz por que não fizemos mais investimentos", acrescenta Pin, que participou ontem do seminário "Revisão das Perspectivas 2008", em São Paulo.

Sob pressão para atender aos pedidos das montadoras, os fornecedores trabalham com capacidade ociosa média de 15%, sendo que 20% é o nível mínimo considerado adequado, conforme informações do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores). Setores como vidros, por exemplo, produzem com folga de apenas 5%. Na semana que vem, a entidade deverá apresentar estudo sobre gargalos e investimentos na cadeia.

Para Orlando Jardim, gerente de vendas de serviços da Rio Negro, fornecedora de aço para as montadoras, a cadeia automotiva levou um "susto" por conta do ritmo de crescimento. "Trabalhamos com a linha esticada. Isso gera insatisfação das montadoras e nos faz perder economia de escala."

O problema é também reconhecido pela Ford. O presidente da montadora para o Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira, diz que procura informar seus fornecedores com antecedência sobre as necessidades da empresa. "Mas isso não significa que estejam sobrando peças ou que não possa haver entregas com atraso", ressalta.

Investimentos

De acordo com Flávio Del Soldato, membro do Conselho de Administração do Sindipeças, o setor de autopeças deverá investir, neste ano, entre R$ 3,4 bilhões e R$ 3,5 bilhões, contra aproximadamente R$ 2 bilhões no ano passado, o que deve aliviar o "estresse" na cadeia.

Para ele, além da pressão na produção, a falta de mão-de-obra pode ser colocada na lista dos gargalos "mais sérios" do setor. "Não na quantidade, mas na qualificação de pessoal."



fonte- Folha On-line

Venda de carros importados se estabiliza em maio

O presidente da Abeiva – Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores, Jörg Henning Dornbusch, anunciou que as empresas filiadas à entidade – BMW, Effa Motors, Ferrari, Kia Motors, Maserati, Pagani, Porsche e Ssangyong – fecharam os primeiros cinco meses de 2008 com vendas de 10.085 unidades, no atacado. Esse volume significa um crescimento de 230% sobre igual período de 2007, quando foram comercializados 3.048 veículos.
No mês de maio, no entanto, as oito empresas anotaram vendas de 2.360 unidades, no atacado, 0,84% inferior ao desempenho anotado em abril último (2.380 veículos). Comparado ao desempenho de maio de 2007, quando foram alcançadas 666 unidades, o aumento é de 257%.
Os números dos primeiros cinco meses do ano permitiram à Abeiva aumentar sua participação tanto no mercado total de automóveis como no segmento de importados, respectivamente passando de 0,35% (2007) para 0,87% e de 4,2% para 7,4%.
Porcentuais de crescimento similares ao do atacado também foram anotados nas vendas no varejo e no emplacamento. No varejo, as vendas de janeiro a maio fecharam com 9.166 unidades contra 2.782, de 2007, um aumento de 229%; enquanto em emplacamentos, 9.635 unidades foram registradas nos primeiros cinco meses do ano, contra 2.869 em igual período do ano passado, um crescimento de 235%.

fonte- www.novomeio.com.br

Oitavo Feirão da Cidade expande vendas de carros, motos e móveis

MANAUS - A oitava edição do "Feirão da Cidade - O Número 1 de Manaus" acontece a partir de hoje (19) e vai até o dia 22 de junho, no Centro de Convenções Canaã. Carros, motos e até móveis estão em exposição para vendas.

Outra novidade será o caminhão de prêmios para mobiliar uma casa à disposição do cliente que acertar a quantidade de bolinhas dentro de um carro. Além disso, há ainda mais cinco televisores de 14 polegadas para aqueles clientes que participarem da promoção.

O Feirão da Cidade é um evento do Shopping Cidade dos Carros. São 400 carros (novos e seminovos) e 400 motos (somente novas) à venda. O diretor geral do evento, Altamiro Sousa, explica que o Feirão quer bater o recorde de vendas de veículos. Na última edição do evento, 120 carros foram comercializados.

- No nosso Feirão, as motos podem ser adquiridas sem entrada e os carros com uma entrada de até mil reais. Tudo em 60 vezes. O mercado está muito aquecido por conta dessas facilidades, declarou. Os financiamentos no "Feirão da Cidade" são feitos pela Finasa Bradesco, a maior financeira do País.



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fonte- Portal Amazônia